embora eu acredite que todos não passem de fracassados com a sorte de não acreditar além das próprias possibilidades - o que os faz, em relação a si mesmos, eternos vencedores. O mundo não é nada, e a consciência é tudo!
Não sei se vou ter tempo e dinheiro pra fazer Engenharia algum dia; imaginem só quanta coisa sobre aviões e outras máquinas eu deixarei de saber! Ontem eu discutia sobre um problema de raízes com o Fábio, um amigo dos tempos de cursinho e que hoje está na Poli (sábio). Tive uma dúvida, e a solução, imagino, pareceu óbvia pra ele! Pelo menos pela maneira que explicou, pareceu. Não deixa de ser uma questão de consciência do funcionamento da matemática, huh? Muita gente, até já tendo prestado vestibular, não iria sacar tão rápido como ele. Ah, o problema é o seguinte: considerar três números: a raiz quadrada de 3, raiz cúbica de 5 e raiz quarta de 7. Qual a ordem crescente? Usa apenas uma propriedade de radicais (!), e um pouco de lógica. E eu não sabia, achei tratar-se de um problema idiota, querendo saber o quão paciente eu era pra ficar testando produtos de decimais. E não era...
Esse problema parece se alastrar por quaisquer ramos do conhecimento. A chance de divergências conceituais é própria da diferenciação social. Podemos ter um consenso sobre uma função, sobre dados sensoriais de um objeto. Basta pensarmos no funcionamento de objetos mais complexos, e daí nos variáveis enigmas passados, cujas soluções atuais nos trouxeram belezinhas como TVs de plasma e aviões supersônicos, e veremos como a consciência faz a diferença. Certas coisas não estariam sequer disponíveis à nossa utilização, nem aos nossos sentidos e, talvez, nem à imaginação dos menos criativos, se não fosse o conhecimento de alguns homens.
Perdoem-me a falta de rigor terminológico, ao não distinguir conhecimento de consciência. Tudo bem, não estou escrevendo um artigo científico. E até agora não vi nada de otimista. Nada pode ser mais catastrófico do que pensar um mundo complexo e contingente potencializado pela complexidade e contingência humana!
O problema é ter um otimismo "chato", de tão previsível e falível. Contraditório, não? Triste não ter nada melhor, nada novo.
Dificilmente seria algo diferente de uma garota, eh... Podia ser sobre alemão, mas o quê? A cada dia de estudo dá menos coragem de escrever uma frase sequer. O quadro vai se inverter quando eu pegar mais autonomia de leitura, que só tem melhorado, em compensação.
Então, a garota, palavra que soa estranho ao ser falada, mas é bem natural de ser escrita. E se eu usar "guria"? Estou fuçando o profile dela agora (só mostro a pedidos). Foi fazer um tour na minha sala dia desses (22/02/06, creio eu). Prefiro guardar a rasgação de seda pra dizer no so genannte “pé d’ ouvido” dela, se algum dia tiver chance e criatividade pra tal. De especial, entre nós, apenas um olhar trocado (momento significativo, nem de longe assustador, quase mágico se eu lembrar a expressão dela), mas ela notou meu tênis excessivamente azul e eu voltei a olhar pro nada. Enquanto ela conversava com um amigo meu, provavelmente sobre “as Arcadas”, cogitei em me meter no assunto (teria até segurança, pois ela conversava com um dos caras mais legais da sala), mas desisti por não ter nada de bom pra dizer sobre tal tema. Vejamos se consigo entrar em contato com ela.
Juro que chamava todas pelo nome se isso não fosse trazer problemas.
Viva a aviação, a língua alemã, a matemática e a última mina!
Não disse que seria um post otimista?
Não sei se vou ter tempo e dinheiro pra fazer Engenharia algum dia; imaginem só quanta coisa sobre aviões e outras máquinas eu deixarei de saber! Ontem eu discutia sobre um problema de raízes com o Fábio, um amigo dos tempos de cursinho e que hoje está na Poli (sábio). Tive uma dúvida, e a solução, imagino, pareceu óbvia pra ele! Pelo menos pela maneira que explicou, pareceu. Não deixa de ser uma questão de consciência do funcionamento da matemática, huh? Muita gente, até já tendo prestado vestibular, não iria sacar tão rápido como ele. Ah, o problema é o seguinte: considerar três números: a raiz quadrada de 3, raiz cúbica de 5 e raiz quarta de 7. Qual a ordem crescente? Usa apenas uma propriedade de radicais (!), e um pouco de lógica. E eu não sabia, achei tratar-se de um problema idiota, querendo saber o quão paciente eu era pra ficar testando produtos de decimais. E não era...
Esse problema parece se alastrar por quaisquer ramos do conhecimento. A chance de divergências conceituais é própria da diferenciação social. Podemos ter um consenso sobre uma função, sobre dados sensoriais de um objeto. Basta pensarmos no funcionamento de objetos mais complexos, e daí nos variáveis enigmas passados, cujas soluções atuais nos trouxeram belezinhas como TVs de plasma e aviões supersônicos, e veremos como a consciência faz a diferença. Certas coisas não estariam sequer disponíveis à nossa utilização, nem aos nossos sentidos e, talvez, nem à imaginação dos menos criativos, se não fosse o conhecimento de alguns homens.
Perdoem-me a falta de rigor terminológico, ao não distinguir conhecimento de consciência. Tudo bem, não estou escrevendo um artigo científico. E até agora não vi nada de otimista. Nada pode ser mais catastrófico do que pensar um mundo complexo e contingente potencializado pela complexidade e contingência humana!
O problema é ter um otimismo "chato", de tão previsível e falível. Contraditório, não? Triste não ter nada melhor, nada novo.
Dificilmente seria algo diferente de uma garota, eh... Podia ser sobre alemão, mas o quê? A cada dia de estudo dá menos coragem de escrever uma frase sequer. O quadro vai se inverter quando eu pegar mais autonomia de leitura, que só tem melhorado, em compensação.
Então, a garota, palavra que soa estranho ao ser falada, mas é bem natural de ser escrita. E se eu usar "guria"? Estou fuçando o profile dela agora (só mostro a pedidos). Foi fazer um tour na minha sala dia desses (22/02/06, creio eu). Prefiro guardar a rasgação de seda pra dizer no so genannte “pé d’ ouvido” dela, se algum dia tiver chance e criatividade pra tal. De especial, entre nós, apenas um olhar trocado (momento significativo, nem de longe assustador, quase mágico se eu lembrar a expressão dela), mas ela notou meu tênis excessivamente azul e eu voltei a olhar pro nada. Enquanto ela conversava com um amigo meu, provavelmente sobre “as Arcadas”, cogitei em me meter no assunto (teria até segurança, pois ela conversava com um dos caras mais legais da sala), mas desisti por não ter nada de bom pra dizer sobre tal tema. Vejamos se consigo entrar em contato com ela.
Juro que chamava todas pelo nome se isso não fosse trazer problemas.
Viva a aviação, a língua alemã, a matemática e a última mina!
Não disse que seria um post otimista?

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