Freitag, 27. Januar 2006

qualquer coisa sobre a amizade

Olhando no orkut, vou vendo quantos potenciais bons amigos passaram por essa vida. Pessoas que perguntavam se havia algo errado, sempre sorridentes, mesmo pros mais fechados, como eu, que, por algum tipo de receio, evitam olhar nos olhos de qualquer um e cumprimentar. Sem interesses? Talvez fossem um pouco mais curiosos. Fossem, pois eu não sei se ainda vale a pena ir atrás deles... Devem ter mais o que fazer.

Ah, sobre o Rio. O pequeno aeroporto Santos Dummont está fechado por causa de chuvas "torrenciais"! Parece que lá não é só Sol também... Não tirei fotos durante o vôo, que foi um espetáculo a parte, apesar da dor no ouvido, por causa da pressão baixa. À noite, carros parecem vagalumes, andando sobre uma espécie de linha iluminada. Durante o dia, o mar parece nem se mexer, sendo difícil distinguir o seu fim do começo do céu.

Voltando aos amigos. É, eles são bem importantes. Se forem do sexo oposto, é preciso ter um olhar bem mais afiado do que o necessário para a distinção acima, ou você pode acabar megulhando seu avião em alto mar, por se julgar no céu enquanto se está apenas navegando (???).

Ah, é um fardo escrever nesse blog. E a razão desse post não foram apenas uns amigos passados, mas também amigos passantes, em vários estágios. Os que a gente já nem se anima em procurar, embora ainda confie um pouco (bem pouco...), bem como outros, em quem já colocamos a etiqueta "frágil" (fazem isso com bagagem em aeroportos, é mole?).

Chega. Tenho sono, e, pra não perder o costume, sinto-me vulgar pra continuar... Ah.

Mittwoch, 25. Januar 2006

Rio de Janeiro

Escrever já não é mais tão legal, mas ok. Não se toma um voo pra uma das cidades mais bonitas e conhecidas da América Latina pela primeira vez na vida todos os dias. Nem sempre se conhece uma pessoa bonita e simpática, tanto pela Internet como pessoalmente. Vou tentar detalhar.

Qual a velocidade de um avião comercial ao decolar? Sei que a aceleração é bem alta, levando a 750 km/h, ao atingir a altitude de cruzeiro, 10.000 mts. Parece muito devagar lá em cima, devendo ter algo a ver com o tempo que imagens de objetos distantes permanecem no nosso campo visual. O Metrô parece bem mais rápido, ao observarmos a parede dos túneis, mas está só a 80 km/h. A sensação é parecida ao viajar em rodovias, dando até pra fazer comparações.

Não sou eficiente com adjetivos. Apenas gostei da cidadezinha, seu clima e seu povo. Particularmente o sotaque. Como devem se sentir ao ouvir o Jornal Nacional? Estranho eleger-se um sotaque como "certo".

Ah, a paisagem é um espetáculo à parte, sobre o qual fotos explicam bem melhor. Tentarei escolher as menos mal-tiradas, e as colocarei no orkut... Infelizmente não fotografei o melhor lugar. Pedra do Arpoador, no começo de Ipanema. A Andreza tinha razão, é bonito mesmo lá de cima. Há umas rochas menores embaixo dessa Pedra, com... musgos? Coisas verdes que escorregam e surgem em locais úmidos com ar limpo - sabia mais nos tempos de Biologia. Ah, e as ondas batem direto na pedra, sem praia. É bem fresco lá; a melhor forma de sentir a brisa do mar sem o calor e o incômodo da areia, rs...

Bom, não preciso descrever os pontos turísticos mais famosos, né? Apenas particularidades. Eu devia ser o único brasileiro passeando de bondinho. Que exagero... Único paulista, talvez. Só entendia mesmo um pouco dos que falavam espanhol. Mais velhos falam um inglês limpo e inteligível, enquanto os adolescentes devem ter inventado algum dialeto! Sistemas sempre afastam os erros de si , hahaha... Turistas aparentemente alemães fizeram o mesmo. Só entendia a intérprete deles (um pouco, não tudo).

Enfim, sinto saudades de lá, da Andreza também. Não falemos de pessoas, rs... É chato.

Estou cansado... As lembranças são fortes. Falo mais quando houver inspiração.

Montag, 16. Januar 2006

I'm back

Por um dia não vai fazer um mês sem postar nada. Esse blog tem uma macabra propriedade: lembra que estou morrendo a cada dia, haha. Essa lembrança, para mim, decorre inevitavelmente da lembrança de estar vivo. Reparei isso ao largar o video-game e ir pra praia, tendo chance de ver as pessoas rindo, as garotas se mostrando sensuais etc. Aí se vê tudo além do próprio alcance, se vêem as coisas de que se é privado durante toda a vida, haha...

Keine Probleme; voltei pra casa, e pude jogar mais, bebendo um pouco menos, é claro. No entanto, agora que terminei Resident Evil 4 (havia apagado um jogo de tanta raiva, mas comecei novamente, com um pouco mais de paciência e planejamento), já não há mais o que fazer. Só o jogo do ano consegue me entreter praticamente o dia inteiro, enquanto os outros soam perda de tempo. Como se meu tempo valesse algo, ha...

Eu sei, eu deveria ler; só teria a ganhar com isso. Ando confuso pra fazer qualquer coisa, até as de que mais gosto. Já não dou a mínima pras tantas minas gatinhas em que prestava atenção há um tempo atrás, e sinto-me fortemente desestimulado a ler qualquer coisa diferente dos odiosos testes de concurso público. Então não leio nada, não estudo alemão, não estudo inglês, e muito menos Direito. Não me importo se vou ser pobre, se vou passar fome e se vou me matar de verdade daqui um tempo. Problema insolúveis devem ter seus resultados adiados até não poder mais...

Falando em alemão, embora minha audição só não esteja pior que minha fala (a insegurança atrapalha, a despeito da facilidade da pronúncia), notei poder ler muita coisa já, como estorinhas, instruções de programas e jogos, e notícias menos formais - sendo raro eu precisar do dicionário. Ah, tenho um bilíngue muito bom, mas definitivamente ele é só um tira-teima; dá pra entender tudo mesmo no outro... No fim das contas, não é tão difícil assim, e olha que eu nem me dedico tanto... Preciso ler algo um pouco mais difícil antes de partir pros filósofos...

Tá aí algo divertido de se fazer...

Cansei. Talvez eu poste algo mais "alegre" antes de se passar um mês, rs...